sábado, 22 de agosto de 2009

Confesso, acordei achando tudo indiferente. Verdade, acabei sentindo cada dia igual. Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante, quem sabe o amor tenha chegado ao final.

Não vou dizer que tudo é banalidade ainda há surpresas mas eu sempre quero mais. É mesmo exagero ou vaidade eu não te dou sossego, eu não te deixo em paz.

Tanta coisa foi acumulando em nossa vida eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder aos poucos fui ficando mesmo sem saída perder o vazio é empobrecer. Não vou querer ser o dono da verdade também tenho saudade talvez eu passe um tempo longe da cidade quem sabe eu volte cedo ou não volte mais.

Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás. Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz. Não vou roubar teu tempo, eu já roubei demais.

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